PNL – O que é?

Alfred Korzybski (1879-1950)

Alfred KorzybskiFoi Alfred Korzybski, criador da Semântica Geral, que cunhou a frase “o mapa não é o território,” um dos princípios fundamentais da PNL. A filosofia da linguagem de Korzybski foi uma das principais influências no desenvolvimento inicial da PNL, especialmente o Metamodelo. Seu trabalho na área da semântica, combinado com a teoria sintática da gramática transformacional de Chomsky, forma em grande parte o núcleo do aspecto “lingüistico” da Programação NeuroLingüística.

O principal trabalho de Korzybski, Science and Sanity (1933), afirma que o progresso humano é, em grande parte, resultado do seu sistema nervoso mais flexível, que é capaz de formar ou usar representações simbólicas, ou mapas. A linguagem, por exemplo, é um tipo de mapa ou modelo do mundo que nos permite resumir ou generalizar as nossas experiências e passá-las para os outros, poupando-os de fazerem os mesmos erros ou reinventar o que já foi descoberto. Essa capacidade de generalização lingüistica dos humanos, Korzybski argumentava, é responsável pelo nosso enorme progresso sobre os animais, mas a divergência e o uso errado de tais mecanismos simbólicos foram também responsáveis por muitos dos nossos problemas. Ele sugeria que os humanos precisavam ser corretamente treinados no uso da linguagem para evitar os desnecessários conflitos e confusões que resultam da confusão entre o ‘mapa’ com o ‘território.’

A lei da individualidade de Korzybski afirma que “duas pessoas, ou situações, ou estágios do processo não são as mesmas em todos os detalhes.” Korzybski observou que nós temos menos palavras e conceitos do que experiências únicas, e isso tende a conduzir para a identificação ou “confusão” de duas ou mais situações (o que é conhecido como “generalização” no Metamodelo). A palavra “gato,” por exemplo, é comumente aplicada a milhões de animais individuais diferentes, para o ‘mesmo’ animal em diferentes épocas da sua vida, para a nossas imagens mentais, para ilustrações e fotografias, metaforicamente para o ser humano (“um hep-cat”), e mesmo para as letras combinadas g-a-t-o. Assim, quando alguém usa o termo “gato,” não está claro se está se referindo a um animal de quatro pernas, uma palavra de quatro letras ou um hominídeo de duas pernas.

Korsybski desenvolveu um programa para ensinar as pessoas como reconhecer e transcender os seus hábitos de linguagem a fim de se comunicarem com mais eficiência, e apreciar melhor as características únicas das suas experiências diárias. Seu propósito era induzir as pessoas a avaliarem suas experiências menos pelas implicações da sua linguagem de todos os dias e mais pelos fatos únicos da situação particular. Korzybski acreditava que para escapar das limitações da linguagem diária de alguém, as pessoas necessitavam de novas maneiras de ‘pensar.’ Ele defendia o ‘pensar’ em modalidades não-lingüísticas, tal como usar imagens visuais. Ele também desenvolveu ferramentas visuais para ensinar humanos a diferenciar entre várias ‘ordens de abstração.’ Isso incluía as diferenças entre o que nós vemos (nossas representações internas) e os estímulos externos em si, e entre os mapas verbais (o que é conhecido como “experiência secundária” na PNL) e as representações sensoriais (“experiência primária” na PNL). Reconhecer as diferentes ordens de abstração também incluíam distinções entre (a) descrições das experiências e (b) inferências (conclusões tiradas de nossas experiências e descrições); e entre descrições sobre descrições, inferências baseadas em inferências, sentimentos sobre sentimentos (sensações sobre outras sensações), e entre as abstrações de uma pessoa e as abstrações de outra pessoa, etc.

O propósito das distinções de Korzybski era encorajar as pessoas a retardarem suas reações imediatas enquanto elas procuravam as características únicas das interpretações da situação e as alternativas. Em outras palavras, ele estava tentando unir métodos científicos com “sanidade.”

As idéias e os métodos de Korzybski são uma parte importante das bases da PNL. De fato, em 1941, Korzybski mencionou “neurolingüística” como uma área de estudo relativo a “Semântica Geral.” Os conceitos e processos da PNL como Metamodelo, condições de boa formulação dos objetivos e os quátruplos (VCAO ou VKAO), todos tem suas raízes no trabalho de Korzybski.

Texto traduzido e adaptado da Encyclopedia of Systemic NLP and New Code de Robert Dilts e Judith DeLozier.

Que é PNL – Programação NeuroLinguística

A PNL é a ciência que auxilia o ser humano a utilizar seu cérebro de maneira objetiva e prática, para alcançar os resultados que deseja. É um estudo das experiências internas, que oferece mecanismos para o desenvolvimento do potencial criativo e de inúmeras habilidades do potencial humano. Sua abordagem prática, com resultados perceptíveis e mensuráveis é, cada vez mais, utilizada em muitas disciplinas e instituições de renome no mundo inteiro. Na Asbrapa você encontra todas as novidades da PNL e mantém-se sempre atualizado.

Definição:

Imagine-se entrando numa loja de eletrônicos, escolhendo o melhor e mais atualizado computador multimídia do mundo. Você vai fazer o maior sucesso com ele não é? Depende de duas coisas. Primeiro, você vai definir o que é sucesso e; depois, o que o seu computador vai realizar. Para a segunda questão, além da capacidade de sua máquina, você vai precisar fazer as conexões certas entre os diversos elementos do computador: CPU ligada ao teclado, conexão com o monitor, com mouse, com as caixas acústicas e os periféricos, etc. Além dos aplicativos – programas – eficazes e potentes para alcançar o objetivo, você precisa saber “tocar” todo esse repertório: operar o micro, lidar com os aplicativos e saber o que é que vai fazer. De tudo isso depende o resultado. Mas, e daí? O que isso tem a ver com Programação Neurolingüística – PNL? Tudo. Veja:

Você é um ser neurosensorial. Os seus sentidos é que fazem a sua conexão com o mundo. Tudo que você vê, ouve e sente forma o acervo de suas experiências sensoriais. Seu cérebro registra esses estímulos em áreas distintas — uma área especializada para cada sentido. Para isso é utilizada uma linguagem própria, neurológica, sensorial. É dessas linguagens que depende o seu desempenho, ou seja, seus resultados.

Alguma semelhança com o computador, os periféricos e os aplicativos? Sim. Claro. Com uma diferença, o proprietário do computador, no caso, você, escolheu inclusive os programas que ele vai rodar, de acordo com seus objetivos. No caso do ser humano isso não acontece. A maioria dos estímulos que uma pessoa recebe, principalmente na fase inicial de desenvolvimento, não depende dela. Assim, todas as pessoas são programadas à revelia, com bons e maus programas, inclusive vírus, que são as limitações comportamentais. O elegante da PNL é que ela permite que qualquer pessoa possa assumir o controle sobre seus próprios comportamentos e aprendizados.

Como a linguagem binária ou linguagem de máquina na informática, a linguagem sensorial ou neurológica é que traduz toda informação percebida pela pessoa em três códigos Ver (Visual), Ouvir (Auditivo) e Sentir (Cinestésico = Olfato, Paladar e Tato). Esse código de processamento cerebral utiliza os cinco sentidos como receptores do meio ambiente, gerando os comportamentos da pessoa. Conhecer a estrutura desse processamento permite realizar modificações nos programas mentais. E é aí que entra a PNL, pois ela é a ciência que estuda a influência da linguagem e dos sentidos na formação dos traços mentais que definem os comportamentos humanos. Assim PNL é:

PROGRAMAÇÃO: Refere-se à capacidade do ser humano de receber, processar, armazenar e transformar informações sensoriais em comportamentos, aprendizados. Todas as pessoas possuem o mesmo aparelho psíquico. A diferença entre os resultados que obtemos está nos programas mentais que utilizamos, isto é, na forma como organizamos nossos pensamentos. Todo comportamento é um aprendizado. Todo comportamento é uma experiência neurológica. Ou seja, “Programação” refere-se ao Aprendizado comportamental.

NEURO: Reporta-se ao Sistema Nervoso Central – SNC, ao cérebro que é o berço da mente. (Seu disco rígido, HD Neural.) O Sistema Nervoso é uma central de comunicação entre mente e corpo. Isso significa que todas as nossas ações, sejam elas em pensamentos ou ações dependem dessa intricada combinação de estímulos e respostas. Nosso comportamento é uma resposta a uma experiência neurosensorial. Nossas atitudes e comportamentos são respostas ao processo neuro-associativo, incluindo o sistema sensorial, os cinco sentidos, que funcionam como coletores de informações do mundo externo e de nós mesmos.

LINGÜÍSTICA: Refere-se às diversas linguagens usadas na percepção e emissão de informações do e para o meio ambiente: sinais, gestos, tons, sons, imagens, cheiros, gostos, texturas, expressões, temperaturas, sentimentos, emoções, etc. Existem, portanto, a linguagem verbal e não-verbal — linguagem neurosensorial, por exemplo, um sentimento de capacidade ou incapacidade — e é dela que nos utilizamos para nos comunicarmos com o mundo, indica que nossas estratégias mentais e comportamentais são organizadas e seqüenciadas através da linguagem e da comunicação intra e interpessoal, nossa percepção interna e externa.

Em síntese, a PNL é o estudo de como o cérebro recebe, processa, codifica, decodifica e exprime as experiências de uma pessoa em seus comportamentos.

Ao tocar a ponta de um alfinete com o dedo, você sente dor e automaticamente retira o dedo. Entre o toque e o sentimento de dor houve uma comunicação neurológica baseada em sua percepção tátil. Isso é um exemplo típico de ação e reação simples, executado pela medula. Se por outro lado, você se vê frente a algo que lhe faça sentir medo, isso é um processo semelhante de ação e reação. Porém mais sofisticado do que exemplo do alfinete que se baseia apenas no arco reflexo. O medo é mais elaborado, porque necessita de um processamento cerebral complexo e não apenas medular. A PNL estuda como o cérebro gera os neurotransmissores que produzem nosso comportamento. Esses neurotransmissores estão associados à formação de nossas experiências subjetivas. Por isso, algo que faça uma pessoa sentir-se fóbica, como uma barata, um rato, altura, etc. a outra em nada afeta. O que faz a diferença entre o comportamento de uma pessoa fobia e de uma não fóbica é a maneira que seu cérebro interpreta sua interação com o objeto fóbico. Ou seja, que tipo de neurotransmissor é produzido diante de tal estímulo.

Isso nos leva à premissa que Aristóteles, 384 a.C, formulou para definir o comportamento: pensamento gera sentimento, que gera comportamento, que gera resultado. Isso é, como nossos estados internos interferem nos resultados que obtemos na vida. A PNL auxilia a decifrar os modelos de mundos, próprios e das pessoas que nos cercam. Com isso podemos, ver, escutar e sentir como o outro o faz, para então compreender melhor aos outros, nos comunicar e relacionar melhor conosco mesmos e com os outros.

Histórico:

A Programação Neurolingüística – PNL foi desenvolvida originalmente por Richard Bandler, matemático e expert em informática e John Grinder, especialista em lingüística e gramática transformacional, ambos da Universidade de Santa Cruz, Califórnia em meados de 1970. Eles observaram que a diferença entre uma pessoa que produz resultados satisfatórios e outra que produz resultados ineficazes, é meramente operacional. Ou seja, o que faz a diferença é a maneira como a pessoa faz suas conexões neuroassociativas, para gerar resultados comportamentais.

As pesquisas no campo da PNL envolveram a observação de padrões comportamentais e lingüísticos de pessoas de destaque em várias áreas de atuação: terapia, negócios, comunicação, vendas, medicina, treinamento, esportes, hipnose etc. O mapeamento desses padrões permite o desenvolvimento de técnicas de modelagem da excelência humana, o que, hoje, possibilita reproduzir em qualquer pessoa, preservando seus princípios e valores, os comportamentos que outras realizam intuitivamente. Isso elimina o aprendizado por tentativa e erro e introduz no sistema de desenvolvimento humano um método de aprendizado sistemático, direcionado para o acerto e o prazer da eficácia e do sucesso.

A história da PNL é a história de uma sociedade improvável — Bandler e Grinder romperam a parceria em meados de 85 — que criou uma inesperada sinergia que resultou em um mundo de mudanças. No início dos anos 70, o futuro co-fundador da PNL, Richard Bandler, concluía o curso de matemática na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, vindo a dedicar a maior parte do seu tempo estudando a insipiente computação. Inspirado por um amigo de família que conhecia vários dos terapeutas inovadores da época, ele resolveu estudar psicologia, e posteriormente psiquiatria, porém não se afeiçoou às mesmas porque segundo ele, todo o compêndio dessas metodologias se fundamenta em explicar porque as pessoas não funcionam. Após estudar cuidadosamente alguns desses famosos terapeutas, Richard descobriu que eles utilizavam algo que ia além da técnica. Suas descobertas o levaram à premissa de que repetindo totalmente os padrões pessoais de comportamento deles, poderia conseguir resultados positivos similares com outras pessoas. Essa descoberta se tornou a base para a abordagem inicial de PNL conhecida como Modelagem da Excelência Humana, um processo educacional que permite que as pessoas aprendam como aprender, através do uso consciente de seu equipamento de aprendizado: o cérebro.

Esse processo ganhou notoriedade quando o Dr. John Grinder, professor adjunto de lingüística da Universidade de Santa Cruz se associou a Bandler, tornando-se o co-fundador da PNL. A carreira de John Grinder era tão singular quanto a de seu sócio. Sua capacidade para aprender línguas rapidamente, adquirir sotaques e assimilar comportamentos tinha sido aprimorada na Força Especial do Exército Americano, na Europa nos anos 60 e depois enquanto membro dos serviços de inteligência em operação na Europa. O interesse de John pela psicologia alinhava-se com o objetivo básico da lingüística – revelar a gramática oculta de pensamento e da ação.

Descobrindo a semelhança de seus interesses, eles decidiram combinar os respectivos conhecimentos de computação e lingüística, junto com a habilidade para modelar comportamentos não-verbais, com o intuito de desenvolver uma “linguagem de mudança”. No começo, nas noites de terça-feira, Richard Bandler conduzia um grupo de terapia Gestalt formado por estudantes da universidade e membros da comunidade local. Ele usava como modelo o fundador da Gestalt, o psiquiatra alemão Fritz Perls. Para imitar o Dr. Perls, Richard chegou a deixar crescer a barba, fumar um cigarro atrás do outro e falar inglês com sotaque alemão. Nas noites de quinta-feira, Grinder conduzia um outro grupo usando os modelos verbais e não-verbais do Dr. Perls, que vira e ouvira Richard usar na terça. Sistematicamente, eles começaram a omitir o que achavam ser comportamentos irrelevantes (o sotaque alemão, o hábito de fumar) até descobrirem a essência das técnicas de Perls — o que fazia Perls diferente de outros terapeutas menos eficazes — Haviam, assim, iniciado a disciplina de Modelagem da Excelência Humana.

Encorajados por seus sucessos (resultados produtivos), eles passaram a estudar grandes expoentes da terapia de família, Virginia Satir, e o filósofo inovador e pensador de sistemas, Gregory Bateson. Richard reuniu suas constatações originais na sua tese de mestrado, publicada mais tarde como o primeiro volume do livro The Structure of Magic.

Bander e Grinder tinham se tornado uma equipe, e as suas pesquisas continuaram a ser feitas com determinação. O que os diferenciava de muitas escolas de pensamento psicológico alternativo, cada vez mais numerosas na Califórnia naquela época, era a busca da essência da mudança. Eles questionaram o que mudar primeiro, o que era mais importante mudar, e por onde seria mais importante começar. Por sua habilidade e crescente reputação, rapidamente conseguiram ser apresentados a alguns dos maiores exemplos de excelência humana no mundo, incluindo o Doutor Milton H. Erickson, M.D., fundador da Sociedade Americana de Hipnose Clínica e amplamente reconhecido como o mais notável hipnotizador do mundo.

Doutor Erickson era uma pessoa tão excêntrica quanto Bandler e Grinder. Jovem e robusto fazendeiro de Wisconsin, na década de 1920, ele foi atacado pela poliomielite aos dezoito anos. Incapaz de respirar sozinho, ele passou mais de um ano deitado dentro de um pulmão de aço na cozinha da sua casa. Embora para uma outra pessoa qualquer isso pudesse ter significado uma sentença de prisão, Erickson era fascinado pelo comportamento humano e se distraía observando como a família e os amigos reagiam uns aos outros, consciente e inconscientemente. Ele construía comentários que provocariam respostas imediatas ou retardadas nas pessoas a sua volta, ficava grande parte do tempo aprimorando a sua capacidade de observação e de linguagem.

Recuperando-se o suficiente para sair do pulmão de aço, ele reaprendeu a andar sozinho, observando sua irmãzinha dar os primeiros passos. Embora continuasse precisando de muletas, participou de uma corrida de canoagem antes de partir para a faculdade, onde acabou se formando em medicina especializando em psiquiatria. Suas experiências e provações pessoais anteriores o deixaram muito sensível à sutil influência da linguagem e do comportamento. Ainda estudando medicina, ele começou a se interessar muito por hipnose, indo mais além da simples observação de pêndulos e das monótonas sugestões de sonolência. Ele observou que seus pacientes, ao lembrarem de certos pensamentos ou sensações, entravam naturalmente em um breve estado semelhante a um transe e que esses pensamentos e sensações poderiam ser usados para induzir estados hipnóticos. Mais velho, ele se tornou conhecido como o mestre da hipnose indireta, um homem que podia induzir um transe profundo apenas contando histórias.

Na década de 1970, o Dr. Erickson já era muito conhecido entre os profissionais da medicina e era até tema de vários livros, mas poucos alunos seus conseguiam reproduzir seu trabalho ou repetir seus resultados. Dr. Erickson freqüentemente era chamado de “curandeiro ferido”, visto que muitos colegas seus achavam que seus sofrimentos pessoais eram responsáveis por ele ter se tornado um terapeuta habilidoso e famoso mundialmente.

Quando Richard Bandler ligou pedindo uma entrevista, aconteceu de o Dr. Erickson atender, pessoalmente, o telefone. Embora Bandler e Grinder fossem recomendados por Gregory Bateson, Erickson respondeu que era um homem muito ocupado. Bandler reagiu dizendo, “Algumas pessoas, Dr. Erickson, sabem como achar tempo”, enfatizando bem “Dr. Erickson” e as duas últimas palavras. A resposta foi, “Venha quando quiser”, enfatizando também as duas últimas palavras em especial.

Embora, aos olhos do Dr. Erickson, a falta de um diploma de psicologia fosse uma desvantagem para Bandler e Grinder, o fato de esses dois jovens talvez serem capazes de descobrir o que tantos outros não haviam percebido o deixou intrigado. Afinal de contas, um deles havia acabado de falar com ele usando uma de suas próprias descobertas de linguagem hipnótica, hoje conhecida como um comando embutido. Ao enfatizar as palavras “Dr. Erickson, achar tempo”, ele havia criado uma frase separada dentro de uma outra maior que teve o efeito de um comando hipnótico.

Bandler e Grinder chegaram ao consultório/casa do Dr. Erickson em Phoenix, no Arizona, para aplicar suas técnicas de modelagem, recentemente desenvolvidas, ao trabalho do talentoso hipnotizador. A combinação das legendárias técnicas de hipnotize do Dr. Erickson e as técnicas de modelagem de Bandler e Grinder forneceram a base para uma explosão de novas técnicas terapêuticas. O trabalho deles junto com o Dr. Erickson confirmou que haviam encontrado uma forma de compreender e reproduzir a excelência humana.

Hoje, a PNL é a essência de muitas abordagens para a comunicação e para a mudança. Quando alguém fala de Modelagem da Excelência Humana, ficar em forma, criar rapport, criar um futuro atraente ou quão “visual” é, está usando conceitos da PNL. “Estamos encantados que a PNL esteja finalmente se tornando mais conhecida. O fato é que, um pouco de conhecimento pode ser perigoso, ou pode não significar nada. Saber sobre a Modelagem da Excelência Humana é muito diferente do que ser capaz de fazer isso. Saber um pouquinho de PNL é diferente de ter a chance de fazê-la sua. É por isso que escrevemos este livro”. Disseram Steve Andréas e Charles Faukner.

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